segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Adeus, lojas*

A internet é bem capaz de ser a melhor amiga de quem não gosta de filas de espera. As idas ao banco foram cortadas, a Amazon faz-nos aparecer os livros à porta e o frigorífico pode encher-se com apenas alguns cliques no site do supermercado.

Nesta segunda-feira, comprei o meu novo telemóvel através da internet e com um desconto por não ter ido à loja. Mais, como tinha algumas dúvidas sobre os tarifários disponíveis para o modelo, ainda entrei no chat da empresa e pude, em tempo real, falar com um funcionário para me esclarecer. Encomendei logo ali. Daqui a uns dias, aparece-me à porta.

Cada vez mais as empresas encurtam a distância para os clientes. Chats, Facebook e Twitter são usados para responder com rapidez ao consumidor e só as empresas que estejam à altura do ritmo acelerado da web 2.0 podem sobreviver. O novo consumidor não gosta de filas nem de funcionários antipáticos atrás do balcão e odeia as empresas arrogantes que não lhe dão ouvidos. Quem ainda não percebeu, vai ser passado para trás.

* o título não antecipa o fim dos espaços físicos de venda, mas antes o grande crescimento das vendas online e a preferência de grande parte dos consumidores por este comércio.

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