quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Web 2.0, a revolução também no trabalho

A revolução da internet é também a revolução das relações laborais. Num mundo altamente competitivo, onde as ideias valem mais do que ouro, ter funcionários criativos e inovadores é fundamental. É por isso que os gigantes da net, como o Google ou o Facebook, investem tanto para manter os trabalhadores satisfeitos.

O vídeo com os escritórios da Google em Zurique, na Suíça, é um daqueles clips que recebo regularmente no meu mail. Volta e meia, há alguém pasmado com as instalações da Google que resolve partilhar e atiçar a comunidade quando-eu-for-grande-quero-trabalhar-num-escritório assim. Quem ainda não viu, pode espreitar um desses vídeos aqui em baixo.



Crise é palavra que não tem muita saída na Google. Em 2011, os funcionários vão receber um aumento de 10% nos salários, entre outras vantagens decididas pela empresa.

Se na Google, os funcionários são mimados, no Facebook não lhe ficam atrás. No gigante das redes sociais, também há comida à borla nos escritórios de Palo Alto e outros privilégios que podem ser consultados aqui.

Com tanto mimo, não admira que estes chefes tenham caído nas boas graças dos trabalhadores. E o que é curioso é que as empresas que mais crescem são também aquelas em que os funcionários mais gostam de quem manda, como se pode ver no gráfico abaixo, publicado no site Business Insider a partir de dados do Glassdoor.


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