segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Para que serve o novo perfil do Facebook?

É uma das notícias do dia na internet. O Facebook mudou a cara aos perfis dos utilizadores e o falatório começou. Para já, a novidade - anunciada em primeira mão por Mark Zuckerberg em entrevista ao "60 Minutos" - ainda está apenas disponível a quem se "alista", mas será aplicada a todos os facebookianos nas próximas semanas.

Mas o que muda afinal com o novo perfil? 

Em primeiro lugar, a rapidez de acesso à informação básica sobre o utilizador. Antes, era preciso pesquisar um pouco para saber mais sobre a pessoa. Agora, os dados essenciais - ou pelo menos os que o Facebook considera assim - aparecem logo no topo da página, logo a seguir ao nome.

Depois, mudam as fotos. Em entrevista ao "60 Minutos", Mark Zuckerberg admite que a importância que as imagens ganharam na maior rede social do planeta foi inesperada. As pessoas gostam de fotos. E o Facebook responde puxando para cima as imagens mais recentes do utilizador.

O novo perfil inclui também informação sobre o tipo de relações entre utilizadores. Passa inclusivamente a ser possível ver quais as pessoas mais próximas de alguém.

Os gostos e interesses figuram agora em linhas de imagens.

Estas são as principais mudanças e o resultado é mais ou menos assim:


Garante o Facebook que as alterações não têm qualquer influência nas configurações de privacidade escolhida pelo utilizador. Quer isto dizer que, mesmo com o novo perfil, só vê os dados quem tem permissão estabelecida previamente. Nada muda.

De uma forma geral, o novo perfil parece facilitar os contactos e apostar num layout mais visual, que também simplifica a leitura. Quem não gosta muito das fotos, é capaz de não ser grande fã, mas a boa notícia é que essa parte também é editável. Quer aderir ao novo perfil? É só clicar aqui.

A mudança do layout do Facebook tem sido assunto quente na blogosfera mundial e acabou até por "abafar" a conversa de Zuckerberg no "60 Minutos". É uma pena porque o trabalho jornalístico tem bastante interesse, não só pela entrevista, mas também pelo que mostra do ambiente de trabalho no Facebook ou pela abordagem da "guerra" com o Google. Fica o vídeo:

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