sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Google, a melhor empresa do mundo para se trabalhar?

Já se sabia que a vida dos funcionários da Google é invejável. Agora, parece que as vantagens seguem para lá da morte. É que o gigante da internet garante o pagamento de 50% do salário dos funcionários, durante dez anos após a sua morte, ao marido/mulher. E ainda paga 1000 dólares mensais aos filhos do funcionário falecido até que façam 19 anos (ou até aos 23, se continuarem a estudar).

A revelação foi feita por Laszlo Bock, o responsável dos recursos humanos da Google, à revista "Forbes". Mais uma vantagem a juntar-se a uma lista que já inclui comida gratuita no escritório, serviço de lavandaria, massagens a baixo custo, ginásio, mesas de ping pong, assistência médica e muito mais.

Os estudos provam que estes "doces" melhoram o desempenho. Só que, claramente, aqui as contrapartidas para a Google são mais difíceis de avaliar. "Obviamente, a companhia não ganha nada com isso", assegura Bock à "Forbes". "Mas é importante para a empresa ajudar as famílias durante esse horrível e inevitável acontecimento. E, em última análise, é melhor trabalhar para uma empresa que se importa do que para uma que não quer saber."

A estratégia de tratar bem os funcionários parece estar a resultar. Números divulgados pela Bloomberg News em Fevereiro de 2011 davam conta de um novo recorde de currículos a chegar ao Google: foram 75 mil só numa semana.

sábado, 21 de janeiro de 2012

Cavaco "bombardeado" no Facebook

As polémicas declarações de Cavaco Silva sobre o valor das suas reformas ainda não fizeram 24 horas e a sua páginas oficial do Facebook já tem mais de 1500 reacções à controvérsia. O Presidente da República queixou-se nesta sexta-feira do que vai receber de reforma.

"Neste momento já sei quanto é que irei receber da Caixa Geral de Aposentações. Descontei quase 40 anos uma parte do meu salários para a CGA como professor universitário e também descontei durante alguns 30 anos como investigador da Fundação Calouste Gulbenkian e devo receber 1300 por mês, não sei se ouviu bem, 1300 euros por mês", declarou Cavaco Silva. "Tudo somado, o que irei receber do Fundo de Pensões do Banco de Portugal e da Caixa Geral de Aposentações quase de certeza que não vai chegar para pagar as minhas despesas porque como sabe eu também não recebo vencimento como Presidente da República."

 As declarações foram abertura do "Jornal da Noite", da SIC, e manchete em vários jornais deste sábado. Mas, por essa altura, já o Facebook do Presidente da República estava inundado de críticas. Gente indignada, conselhos para que "não viva acima das suas possibilidades" e casos concretos de pensões de miséria têm tornado esta na primeira grande situação de crise da página de Cavaco Silva no Facebook.

quinta-feira, 17 de março de 2011

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Não, David, não é por aí

David Bisbal, cantor espanhol de sucesso, meteu a pata na poça com um comentário pouco inteligente no Twitter, sobre a revolução no Egipto. O hashtag #turismobisbal foi "trending topic" e levou mesmo o cantor a apagar o tweet, como relata o "El País".

Quando o assunto é uma revolução na qual o Twitter tem um papel importante, convém limitar nas asneiras, sobretudo no... Twitter.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Como criar hashtags de sucesso?

Os fãs do Twitter conhecem-nos bem. Às vezes, de um momento para o outro, aparece num tweet um cardinal seguido de uma expressão, que se multiplica pela rede e lança um tema para a ribalta. Chamam-lhes hashtags. Hoje, por exemplo, o hashtag #prayforBrazil (rezem pelo Brasil) - a propósito da tragédia causada pelas cheias no país - é um dos mais usados na rede social.

Ao criarem visibilidade, os hashtags são apetecíveis para as marcas. Os positivos, é preciso frisar, porque ainda há pouco tempo a Ensitel viu um hashtag com o seu nome tornar-se no primeiro grande exemplo de uma situação de crise nas redes sociais em Portugal. Mas, quando a abordagem é positiva, um hashtag popular pode levar o nome de uma empresa ou de um produto aos "trending topics", o top dos temas mais falados da rede, que é basicamente onde toda a gente quer estar e onde, aliás, muitos pagam para estar com um "trending topic" patrocinado. Será sobretudo por este apetite das empresas que alguns se dedicam a estudar o fenómeno.

O blogue do Twitter publicou uma análise a um dos mais recentes hashtags de sucesso do Twitter: #lessambitiousmovies. Vale a pena ler o texto e também o post publicado sobre o assunto pelo GigaOm. Nesse mesmo blogue, faz-se referência a um texto anterior do Twitter Media que é obrigatório para os interessados na "arte" de criar hashtags. Desse post, constam algumas dicas interessantes:

1. os bons hashtags são como "penhascos gramaticais": quem lê, não consegue evitar completar a expressão;
2. é melhor fazer hashtags com temas específicos do que com temas muito abrangentes;
3. um bom hashtag promove-se não só no Twitter mas também noutros meios.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

O que é que o MySpace e os jornais têm em comum?

A notícia do despedimento de 47% dos funcionários do MySpace chega acompanhada de uma outra. A News Corp., proprietária da rede social, está a tentar encontrar um comprador numa altura em que, digo eu, não devem abundar ofertas.

Como se passa de uma rede social florescente a uma empresa desesperadamente à procura de comprador? A notícia do Mashable faz lembrar demasiado a história que lemos tantas e tantas vezes em relação aos jornais, sobretudo os diários - em Portugal e noutros países. E a resposta para um caso e para o outro poderá bem ser a mesma: estagnação, ignorar a concorrência e, acima de tudo, não acompanhar os desejos de consumidores cada vez mais exigentes. É o trio que enterra qualquer empresa nos dias que correm.